Close Menu
Cristal FM
  • Home
  • Notícias
    • Brasil
    • Tocantins
    • Entretenimento
    • Politica
    • Cidade
  • Nossa Cidade
  • Locutores
  • Programação
  • Fale Conosco
Facebook Instagram WhatsApp
Cristal FM sábado, 17 janeiro
Facebook Instagram X (Twitter)
Pedir Música
  • Home
  • Notícias
    1. Brasil
    2. Tocantins
    3. Entretenimento
    4. Politica
    5. Cidade
    6. Ver Todas

    Batalha de Rap Macapá terá duelos de rima e venda de comidas típicas no Mercado Central

    setembro 16, 2024

    ‘Maio Amarelo’ tem ações em escolas e ruas para prevenir acidentes no trânsito no AP

    setembro 16, 2024

    Crianças autistas participam de sessão de terapia com cães do Bope em Macapá

    setembro 16, 2024

    Jacaré de 2 metros é resgatado dentro do campus do Ifap em Macapá; é o 2º animal em 17 dias

    setembro 16, 2024

    Violência doméstica: veja os sinais de um relacionamento abusivo

    janeiro 17, 2026

    VÍDEO: Jornal Anhanguera 2ª Edição-TO de sexta-feira, 16 de janeiro de 2026

    janeiro 16, 2026

    Entenda por que o gabinete do vice-governador do TO foi transferido do Palácio para prédio comercial

    janeiro 16, 2026

    Águia de Marabá: ‘Ansioso para abraçar meu filho’, diz pai de jogador que sobreviveu a acidente na BR-153, em Tocantins

    janeiro 16, 2026

    ‘Revolta do Roblox’ se divide em protestos a favor e contra Felca; g1 cobriu manifestações

    janeiro 17, 2026

    Siso apresenta em março ‘Ferro e fogo’, álbum autoral que traz Tiê e Luiza Brina

    janeiro 16, 2026

    É #FAKE que Kleber Mendonça Filho, diretor de ‘O agente secreto’, seja banqueiro ou ‘sócio’ da Havaianas

    janeiro 16, 2026

    Single de Alcione com sons do Amapá é ação de marketing para promover o enredo da Mangueira no Carnaval 2026

    janeiro 16, 2026

    Barroso autoriza Marcos Valério a cumprir pena no regime semiaberto

    setembro 16, 2024

    STF perdoa pena de mais dois condenados no mensalão do PT com base no indulto de Temer

    setembro 16, 2024

    Ministro do STF nega revisão de pena para Ramon Hollerbach no mensalão do PT

    setembro 16, 2024

    STF concede liberdade condicional à ex-presidente do Banco Rural Kátia Rabello

    setembro 16, 2024

    Violência doméstica: veja os sinais de um relacionamento abusivo

    janeiro 17, 2026

    ‘Revolta do Roblox’ se divide em protestos a favor e contra Felca; g1 cobriu manifestações

    janeiro 17, 2026

    VÍDEO: Jornal Anhanguera 2ª Edição-TO de sexta-feira, 16 de janeiro de 2026

    janeiro 16, 2026

    Entenda por que o gabinete do vice-governador do TO foi transferido do Palácio para prédio comercial

    janeiro 16, 2026
  • Nossa Cidade
  • Locutores
  • Programação
  • Fale Conosco
Cristal FM
Home»Entretenimento»Como Tyler, The Creator resgata a dança no hip-hop no novo álbum ‘Don’t Tap The Glass’
Entretenimento

Como Tyler, The Creator resgata a dança no hip-hop no novo álbum ‘Don’t Tap The Glass’

julho 29, 2025Nenhum comentário0 Visitas

Como Tyler, The Creator celebra resgata a dança no hip-hop em novo álbum
Mesmo em 2025, lançar um disco de rap que convida à dança ainda é algo ousado. Mas foi exatamente isso que Tyler, The Creator fez em “Don’t Tap The Glass”, seu novo álbum. A proposta é simples: largar o celular e se mexer.
O rapper aposta no corpo em movimento como forma de expressão — algo que sempre fez parte do hip-hop, mas foi deixado de lado ao longo dos anos. Com referências à chamada “era de ouro” do rap, o disco mistura nostalgia com uma visão moderna do gênero.
“Hip” significa quadril. “Hop” é salto. O nome hip-hop já dizia: essa cultura nasceu para movimentar o corpo. Mas, com o tempo, a dança foi deixada de lado.
O amadurecimento de Tyler, The Creator
Capa do álbum “Don´t Tap The Glass” de Tyler, The Creator
Redes sociais / divulgação
Tyler Okonma, de Los Angeles, ficou conhecido como líder do coletivo Odd Future, com letras polêmicas, postura subversiva e shows caóticos — chegou a ser temporariamente banido do Reino Unido em 2015.
Construiu uma carreira multifacetada: começou com a rebeldia dos primeiros discos (Goblin, Wolf), passou pelo sentimentalismo em Flower Boy e IGOR, e acumulou prêmios, turnês e controvérsias. Parte do público mais conservador do rap criticava sua forma pouco convencional de se expressar artisticamente.
Mesmo num ambiente que valorizava a frieza, Tyler sempre buscou formas alternativas de mostrar seus sentimentos. Em clipes como o de “EARFQUAKE” e nas performances da era “Chromakopia”, ele dança, tropeça, se dobra e brinca — mais preocupado em deixar os sentimentos fluírem do que em parecer “cool”.
O endurecimento dos quadris
Ja Rule, DJ Kool Herc e Grandmaster Flash, fotografados por volta dos anos 2000
David Corio/ Getty Images
O hip-hop surgiu nas festas das periferias de Nova York nos anos 70, criado por comunidades negras e latinas. Nelas, DJs como Kool Herc promoviam batalhas de dança — as cyphers — tão importantes quanto as batalhas de rima.
A dança está no próprio nome da cultura: “hip” (quadril) e “hop” (pulo). O breakdance — ou só break — surgiu nesse contexto, com passos influenciados por jazz, funk, disco, soul e até artes marciais como o kung fu. Os filmes de kung fu, aliás, eram muito populares entre comunidades negras na época por serem acessíveis nos cinemas locais.
A dança dava autoestima, promovia expressão coletiva e servia até para resolver conflitos entre gangues — trocando brigas por batalhas de dança. Com o tempo, o movimento corporal se espalhou e ganhou estilos próprios em diferentes partes dos EUA, como o booty shake de Miami e o footwork de Chicago.
Mas nos anos 90, com a ascensão do gangsta rap e a busca por uma imagem mais “durona”, a dança perdeu espaço. O machismo e o conservadorismo fizeram com que muitos se afastassem da pista — só restava o gesto de balançar a cabeça.
Nos anos 2000 e 2010, as redes sociais e os celulares trouxeram outro medo: dançar em público virou risco de virar meme. Em um ambiente tão agressivo como o das redes, o hip-hop, que nasceu da união entre música e corpo, viu seu público ficar com o quadril travado
Menos blábláblá e mais dança
Clipe de “Stop Playing With Me” de Tyler, the Creator
Divulgação
Depois da introspecção de Chromakopia, Tyler volta em 2025 com um disco direto ao ponto: “Don’t Tap The Glass” foi feito em seis meses, ainda durante a turnê do álbum anterior, e tem como foco fazer o público dançar sem vergonha.
Na faixa de abertura, “Big Poe”, ele já dá o recado: a ordem é se mexer, celebrar as conquistas e proteger o ambiente — não encoste no vidro. A “vidraça” funciona como metáfora dupla: é um convite para deixar o celular na mão e, ao mesmo tempo, um pedido de respeito aos limites — os seus e os dos outros — criando zonas seguras para o corpo se expressar.
Nas redes sociais, Tyler contou que, após uma audição do álbum, perguntou a amigos por que eles não dançam em público. A resposta de muitos: medo de serem filmados.
Ao longo do disco, esse é o tom: menos drama, mais ironia e afirmação pessoal. Canções como “Stop Playing With Me” fazem piada com rivais e até com o uso de remédios para emagrecer. Já “Ring Ring Ring” e “Tell Me What It Is” tocam em vulnerabilidades, mas com leveza, longe da carga emocional dos trabalhos anteriores.
As referências da capa
Montagem com a capa do álbum “Don´t Tap The Glass” de Tyler, The Creator, framde do clipe “Run’s House” do Run DMC e frame do clipe “I’M Bad” de LL Cool J
Divulgação / reprodução
“Don’t Tap The Glass” soa como um túnel do tempo adaptado ao presente. Na capa, Tyler aparece animado, com boné vermelho, corrente de ouro e punhos em pose de b-boy — um tributo ao visual clássico dos anos 80. Os clipes têm estética de fita VHS, e em “Stop Playing With Me” há referências a Jamiroquai e vídeos icônicos do rap.
A sonoridade é puro flerte com o passado: samples de jazz, soul e funk, scratches e a bateria Roland TR-808, símbolo do rap dos anos 80. Tudo é feito para movimentar o corpo: refrões marcantes, grooves envolventes e batidas que convidam a ocupar a pista.
As letras deixam de lado o tom melancólico dos álbuns anteriores e apostam no humor ácido, nos autoelogios e nas provocações. Destaque para faixas como “Sucka Free” e “Sugar On My Tongue”.
Ao longo do projeto, Tyler recupera nomes e estilos regionais do hip-hop, reutiliza samples de Busta Rhymes, faz referência à cultura pop and lock e presta homenagem não só aos MCs, mas também aos dançarinos anônimos — aqueles que precisam de coragem para se soltar.
Álbum é um manifesto
No fim das contas, “Don’t Tap The Glass” vai além de um álbum dançante. É um manifesto para reconectar o hip-hop ao corpo, relembrando um dos quatro pilares da cultura: DJ, MC, breakdance e grafite.
Tyler, The Creator agora ergue a bandeira da dança. Defende espaços onde a alegria não seja julgada, filmada ou ridicularizada. Em uma época em que poucos MCs se arriscam a fazer o público dançar, ele propõe o oposto: rir, performar, ser vulnerável — e ocupar de novo a pista do hip-hop com liberdade e verdade.

Fonte: G1 Entretenimento

Compartilhar. Facebook Twitter Telegram Email Copy Link WhatsApp

Mais Notícias

‘Revolta do Roblox’ se divide em protestos a favor e contra Felca; g1 cobriu manifestações

janeiro 17, 20260 Visitas

Siso apresenta em março ‘Ferro e fogo’, álbum autoral que traz Tiê e Luiza Brina

janeiro 16, 20260 Visitas

É #FAKE que Kleber Mendonça Filho, diretor de ‘O agente secreto’, seja banqueiro ou ‘sócio’ da Havaianas

janeiro 16, 20260 Visitas
BANNER LOCAL LATERAL
Top Posts

Médico é suspeito de invadir carro e agredir delegado aposentado durante confusão no trânsito

setembro 19, 202438 Visitas

Homem é preso após amarrar adolescente suspeito de furto em estaca de cerca e agredi-lo

setembro 17, 202410 Visitas

Quase 50 animais são resgatados após serem vítimas de incêndios florestais no Tocantins

setembro 17, 20249 Visitas

‘BBB 26’: Quem são os participantes desta edição

janeiro 12, 20268 Visitas
Siga-nós
Facebook Instagram YouTube WhatsApp TikTok
Nosso App
© 2026 Rádio afiliada a Farcom Tocantins - www.farcomto.org

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc para cancelar.