Close Menu
Cristal FM
  • Home
  • Notícias
    • Brasil
    • Tocantins
    • Entretenimento
    • Politica
    • Cidade
  • Nossa Cidade
  • Locutores
  • Programação
  • Fale Conosco
Facebook Instagram WhatsApp
Cristal FM sábado, 8 agosto
Facebook Instagram X (Twitter)
Pedir Música
  • Home
  • Notícias
    1. Brasil
    2. Tocantins
    3. Entretenimento
    4. Politica
    5. Cidade
    6. Ver Todas

    Batalha de Rap Macapá terá duelos de rima e venda de comidas típicas no Mercado Central

    setembro 16, 2024

    ‘Maio Amarelo’ tem ações em escolas e ruas para prevenir acidentes no trânsito no AP

    setembro 16, 2024

    Crianças autistas participam de sessão de terapia com cães do Bope em Macapá

    setembro 16, 2024

    Jacaré de 2 metros é resgatado dentro do campus do Ifap em Macapá; é o 2º animal em 17 dias

    setembro 16, 2024

    Caso Gustavo: mãe teve gravidez marcada por conflitos com pai suspeito de matar criança, diz delegado

    agosto 7, 2026

    Médico condenado pela morte da ex-companheira é demitido da Prefeitura de Palmas

    agosto 7, 2026

    PMTO convoca aprovados nos concursos de oficiais e praças; veja lista e prazos

    agosto 7, 2026

    Influenciadora fica pendurada em tronco durante pescaria em rio no TO e diverte internautas: ‘Canoa não tem freio’; VÍDEO

    agosto 7, 2026

    Vitor Kley regrava canção do Barão Vermelho e recicla sete músicas do próprio repertório em álbum redundante

    agosto 7, 2026

    Gaab explica saída das redes após críticas por perder 40 kg: ‘Sofri preconceito por usar Mounjaro’

    agosto 7, 2026

    Katseye anuncia pausa de Sophia para ‘priorizar saúde mental e bem-estar’

    agosto 7, 2026

    Ed Motta ecoa James Brown no pulso da música que batiza o álbum ‘Toc toc’

    agosto 7, 2026

    Barroso autoriza Marcos Valério a cumprir pena no regime semiaberto

    setembro 16, 2024

    STF perdoa pena de mais dois condenados no mensalão do PT com base no indulto de Temer

    setembro 16, 2024

    Ministro do STF nega revisão de pena para Ramon Hollerbach no mensalão do PT

    setembro 16, 2024

    STF concede liberdade condicional à ex-presidente do Banco Rural Kátia Rabello

    setembro 16, 2024

    Vitor Kley regrava canção do Barão Vermelho e recicla sete músicas do próprio repertório em álbum redundante

    agosto 7, 2026

    Caso Gustavo: mãe teve gravidez marcada por conflitos com pai suspeito de matar criança, diz delegado

    agosto 7, 2026

    Médico condenado pela morte da ex-companheira é demitido da Prefeitura de Palmas

    agosto 7, 2026

    PMTO convoca aprovados nos concursos de oficiais e praças; veja lista e prazos

    agosto 7, 2026
  • Nossa Cidade
  • Locutores
  • Programação
  • Fale Conosco
Cristal FM
Home»Entretenimento»Apagamento de Tuca, cantora lésbica vítima de gordofobia, é analisado em livro da coleção ‘Vidas sequestradas’
Entretenimento

Apagamento de Tuca, cantora lésbica vítima de gordofobia, é analisado em livro da coleção ‘Vidas sequestradas’

agosto 5, 2026Nenhum comentário0 Visitas

Morta aos 33 anos, vítima de inanição e parada cardíaca, Tuca (1944 – 1978) tem obra analisada em livro escrito por Renato Gonçalves
Divulgação
♫ CRÍTICA DE LIVRO
Título: Tuca – A cantora lésbica exilada da história
Autor: Renato Gonçalves
Cotação: ★ ★ ★ 1/2
♬ Fala-se pouco sobre Tuca, nome artístico da cantora, multi-instrumentista, arranjadora e produtora musical paulistana Valeniza Zagni da Silva (17 de outubro de 1944 – 8 de maio de 1978). Mas conhece-se menos ainda a obra da artista falecida há 48 anos, aos breves 33 anos, vítima de parada cardíaca provocada por inanição. Consta que essa inanição foi consequência da gordofobia sofrida por Tuca, que teria se submetido a um regime severo para se adequar ao padrão estético do mercado.
Desde que foi revelada em 1962, Tuca era comumente mencionada na mídia com referências explícitas às formas fartas do corpo. Tanto que o último capítulo da sucinta e recém-lançada biografia de Tuca se chama “A gordofobia que mata uma obra e uma artista”.
Primeiro título da coleção “Vidas sequestradas”, organizada por César Braga Pinto, “Tuca – A cantora lésbica exilada da história” é um livro de bolso recém-lançado pela editora O Sexo da Palavra. E, nesse bolso, cabe uma narrativa em que o autor, o pesquisador Renato Gonçalves, pode surpreender quem desconhece a trajetória da artista que lançou três álbuns – “Meu eu” (1965), “Tuca” (1968) e “Drácula, I love you” (1974), disco que se tornaria cultuado em nichos e que é tido com a obra-prima de Tuca – entre trabalhos importantes feitos em Paris com as cantoras Nara Leão (1942 – 1980) e Françoise Hardy (1944 – 2024).
Em 1971, autoexilada na capital da França para escapar da repressão do regime militar que asfixiava as liberdades no Brasil, Tuca fez arranjos para o álbum que marcou a adesão fonográfica de Nara ao cancioneiro da bossa nova, “Dez anos depois”, e deu forma como produtora e arranjadora a um dos discos mais conhecidos de Hardy, “La question”, assinando com a parceira francesa músicas como a canção que deu nome ao álbum.
Antes, no Brasil, Tuca ganhara projeção na era dos festivais ao defender em 1966 a canção “Porta estandarte”, de Geraldo Vandré (em parceria com Fernando Lona), contribuindo para dar visibilidade a Vandré, de quem Tuca foi parceria na composição “O cavaleiro”, também apresentada pela artista em festival de 1966.
Mais do que recolher e compilar os dados biográficos de Tuca no livro, o mérito de Renato Gonçalves é analisar, em perspectiva, a contribuição relevante de uma artista que, nos anos de chumbo da ditadura brasileira, construiu e propagou um pioneiro discurso homoerótico em músicas como “Girl” e “Sorvete”, ambas compostas por Tuca em parceria com a artista plástica Jeannette Priolli e apresentadas no já mencionado álbum “Drácula, I love you”.
Poliglota e violonista virtuosa, Tuca atuou em várias frentes da música brasileira e, como Gonçalves mostra no livro, nem sempre recebeu o devido crédito por tantas contribuições relevantes, tendo atuado geralmente à margem do mercado após a volta ao Brasil na década de 1970.
O fato de o álbum “Drácula, I love you” continuar indisponível nas plataformas de streaming – nas quais somente se pode ouvir o segundo dos três álbuns da cantora, o “Tuca” de 1968 – contribui para manter o apagamento da artista, amenizado um pouco pelo simpático e oportuno livro de bolso que inaugura a coleção “Vidas sequestradas”.
Capa do livro ‘Tuca – A cantora lésbica exilada da história’, de Renato Gonçalves
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

Compartilhar. Facebook Twitter Telegram Email Copy Link WhatsApp

Mais Notícias

Vitor Kley regrava canção do Barão Vermelho e recicla sete músicas do próprio repertório em álbum redundante

agosto 7, 20260 Visitas

Gaab explica saída das redes após críticas por perder 40 kg: ‘Sofri preconceito por usar Mounjaro’

agosto 7, 20260 Visitas

Katseye anuncia pausa de Sophia para ‘priorizar saúde mental e bem-estar’

agosto 7, 20260 Visitas
BANNER LOCAL LATERAL
Top Posts

Médico é suspeito de invadir carro e agredir delegado aposentado durante confusão no trânsito

setembro 19, 202439 Visitas

Como (e por que) casal Lorena e Juquinha, de ‘Três Graças’, ganhou repercussão internacional

dezembro 9, 202516 Visitas

Mãe é levada para delegacia após ser denunciada por maus-tratos contra dois filhos, diz polícia

fevereiro 11, 202516 Visitas

Prefeitura decreta ponto facultativo e servidores públicos terão quatro dias de folga na Semana Santa

março 27, 202614 Visitas
Siga-nós
Facebook Instagram YouTube WhatsApp TikTok
Nosso App
© 2026 Rádio afiliada a Farcom Tocantins - www.farcomto.org

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc para cancelar.

imunify-bot-check