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Home»Entretenimento»Zizi Possi sacia sede do público do Rio com ‘Choro das águas’, recital em que a voz paira bela sobre todas as coisas
Entretenimento

Zizi Possi sacia sede do público do Rio com ‘Choro das águas’, recital em que a voz paira bela sobre todas as coisas

outubro 5, 2025Nenhum comentário0 Visitas

Zizi Possi apresenta o show ‘Choro das águas’ no Teatro Multiplan, no Rio de Janeiro (RJ), na noite de ontem, 4 de outubro
Rodrigo Goffredo
♫ OPINIÃO SOBRE SHOW
Título: Choro das águas
Artista: Zizi Possi
Data e local: 4 de outubro de 2025 no Teatro Multiplan (Rio de Janeiro, RJ)
Cotação: ★ ★ ★ ★ 1/2
♬ “Vou fazer o que a gente preparou”, avisou Zizi Possi em tom tão delicado quanto firme no palco do Teatro Multiplan, reiterando a força da personalidade, diante dos pedidos do público carioca para que entoasse a canção italiana Per amore (Mariella Nava, 1995), música-título do álbum blockbuster lançado pela cantora paulistana em 1997. Era a hora do bis do show Choro das águas, recital de voz e piano que Zizi vem apresentando pelo Brasil desde setembro e que chegou ao Rio de Janeiro (RJ) na noite de ontem, 4 de outubro, em apresentação beneficente.
Não, Zizi não cantou o hit italiano no bis da estreia carioca de Choro das águas, mas o público – sedento por ver a cantora, há dez anos sem fazer show solo no Rio – se contentou com as lembranças de Asa morena (Zé Carapidia, 1982) e Perigo (Nico Rezende e Paulinho Lima, 1985) e fez coro no descontraído bis pela lembrança afetiva dessas duas músicas da fase popular da artista nos anos 1980.
Com repertório escolhido para expor a fúria e a vitalidade das águas como metáfora das turbulências da própria existência humana, o recital saciou a sede do público carioca mesmo sem exibir a coesão conceitual do anterior irretocável show solo de Zizi, À flor da pele (2017 / 2019).
Sob a direção elegante do irmão José Possi Neto, abrilhantada pelo deslumbrante desenho de luz de Wagner Freire, a cantora se mostrou afinadíssima e em fina sintonia com o pianista Daniel Grajew – músico de formação clássica, mas que harmoniza o rigor erudito com a criatividade do jazz – e expôs a beleza da voz cristalina.
Aos 69 anos, em plena forma vocal, Zizi reafirmou a exuberância do canto límpido e pleno de sentidos. Para além do rigor técnico, a voz transmitiu sentimentos e emoções no roteiro atravessado pela música-título Choro das águas (Ivan Lins e Vitor Martins, 1977), gravada por Zizi no segundo álbum, Pedaço de mim (1979).
Zizi Possi faz o show ‘Choro das águas’ em fina sintonia com o pianista Daniel Grajew
Rodrigo Goffredo
Com precisão, Zizi depurou a melancolia entranhada em Foi assim (Juventude e ternura) (Ronaldo Corrêa e Roberto Corrêa, 1967) – sucesso de Wanderléa na era pueril da Jovem Guarda abordado vinte anos depois por Zizi no álbum Amor & música (1987) – e iluminou a esperança que pavimenta Caminhos de sol (Herman Torres e Salgado Maranhão, 1981), canção lançada pela artista no álbum Um minuto além (1981).
Música equivocadamente apresentada pela cantora como inédita, mas gravada há nove anos pelo compositor Tiago Araripe, Nós (2016) surtiu bem menos efeito na plateia do que Esquece e vem (Nico Rezende e Paulinho Lima, 1987), outra lembrança do álbum Amor & música (1987). Com intensidade no canto, Zizi interpretou a balada de Nico Rezende como súplica e, na sequência, enfrentou a dissolução dos nós conjugais em Bilhete (Ivan Lins e Vitor Martins, 1980).
Grande surpresa do roteiro, Canção de protesto é música interessante de Caetano Veloso que ficou esquecida, tendo permanecido restrita à gravação original feita pela própria Zizi no álbum Amor & música. Diante do registro feito pela artista no disco, a sedutora interpretação de Canção de protesto no show Choro das águas mostrou o quanto Zizi se agigantou como cantora a partir dos anos 1990, década de álbuns emblemáticos como o definidor Sobre todas as coisas (1991), Valsa brasileira (1994) e Mais simples (1996), disco extremamente sofisticado de cujo repertório Zizi reviveu Olho de peixe (Lenine, 1993).
E falando em Caetano Veloso, ver e ouvir Zizi dar voz à retórica verborrágica de Podres poderes (1984) – brado do compositor contra a estupidez dos tiranos – foi mais uma grande surpresa do show Choro das águas.
Heranças do roteiro show anterior À flor da pele, os cantos de Sangrando (Gonzaguinha, 1980), Se eu quiser falar com Deus (Gilberto Gil, 1980), Balada do louco (Arnaldo Baptista e Rita Lee, 1972) – revivida em tom apropriadamente insano – e O que será (À flor da pele) (Chico Buarque, 1976) reiteraram a grandeza da voz de Zizi.
Enternecedora ao contar a história de Meu amigo, meu herói (1980) antes de cantar a música de Gilberto Gil lançada pela própria Zizi no terceiro álbum, a intérprete também transmitiu com precisão a impaciência interior entranhada no âmago da balada Paciência (Lenine e Dudu Falcão, 1999) antes de ancorar com densidade em Cais (Milton Nascimento e Ronaldo Bastos, 1972) em número em que o toque de Daniel Grajew evocou o arranjo original do pianista Wagner Tiso.
Enfim, sobre todas as coisas e músicas, pairou soberana a força e a beleza da voz aguda de Zizi Possi, grande cantora do Brasil.
Zizi Possi encadeia 19 músicas no roteiro do show ‘Choro das águas’
Rodrigo Goffredo
♬ Eis o roteiro seguido por Zizi Possi em 4 de outubro de 2025 na estreia carioca do show Choro das águas no Teatro Multiplan, no Rio de Janeiro (RJ):
1. Choro das águas (Ivan Lins e Vitor Martins, 1977) – com texto
2. Foi assim (Juventude e ternura) (Ronaldo Corrêa e Roberto Corrêa, 1967)
3. Caminhos de sol (Herman Torres e Salgado Maranhão, 1981)
4. Nós (Tiago Araripe, 2016)
5. Esquece e vem (Nico Rezende e Paulinho Lima, 1987)
6. Bilhete (Ivan Lins e Vitor Martins, 1980)
7. Canção de protesto (Caetano Veloso, 1987)
8. Olho de peixe (Lenine, 1993)
9. Balada do louco (Arnaldo Baptista e Rita Lee, 1972)
10. Choro das águas (Ivan Lins e Vitor Martins, 1977) – com texto
11. Podres poderes (Caetano Veloso, 1984)
12. Meu amigo, meu herói (Gilberto Gil, 1980)
13. Paciência (Lenine e Dudu Falcão, 1999)
14. Cais (Milton Nascimento e Ronaldo Bastos, 1972)
15. Se eu quiser falar com Deus (Gilberto Gil, 1980)
16. Música de pegada nordestina presumivelmente inédita
17. Choro das águas (Ivan Lins e Vitor Martins, 1977) – com texto
18. Sangrando (Gonzaguinha, 1980)
19. O que será (À flor da pele) (Chico Buarque, 1976)
Bis:
20. Asa morena (Zé Carapidia, 1982)
21. Perigo (Nico Rezende e Paulinho Lima, 1985)

Fonte: G1 Entretenimento

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